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O sertanejo ainda é o gênero musical dominante nas rádios, mas o pop nacional come pelas beiradas e ganha cada vez mais força. Explorando regionalismos e sonoridades essencialmente brasileiras, mesclados ao que há de melhor na música internacional, o pop made in Brasil chama atenção no exterior e ultrapassa barreiras. Como o K-Pop, o pop coreano que tem suas especificidades, o pop brasileiro também traz elementos próprios – com influências do funk, do forró, do tecnobrega, do axé e até do próprio sertanejo. Isso o torna ímpar. Produtores gringos estão realmente de olho ao que acontece por aqui, enxergando o Brasil como um celeiro rico de referências.

Quando se poderia imaginar que Madonna, a “rainha do pop”, gravaria uma música em português com uma cantora brasileira? “Faz Gostoso”, faixa do álbum “Madame X” com participação da Anitta, está aí para quem quiser ouvir, com mais de 11 milhões de streams no Spotify e seis milhões no Youtube. Um aval da rainha atrai ainda mais olhares para o país e os artistas nacionais.

Anitta e Pabllo Vittar são as bolas da vez, superrequisitadas para colaborações com grandes nomes da indústria mundial. Com 17 milhões de ouvintes mensais no Spotify, Anitta já lançou músicas com J Balvin, Swae Lee, Snoop Dogg, Prince Royce, Major Lazer, Luis Fonsi, Ozuna, Natti Natasha, Sofía Reyes e Rita Ora só neste ano. Na próxima sexta-feira, será ouvida em uma música inédita do DJ Snake, considerado um dos dez maiores do mundo, e nome por trás de sucessos globais como “Lean On”, “Let Me Love You” e “Taki Taki”. “Hoje em dia, lá fora, tudo é funk! Todos que me mandam mensagens, todos os rappers querem saber do funk. Eles me perguntam e querem contatos de funkeiros do Brasil, de produtores, de MCs e tal”, Anitta conta ao POPline. O maior trunfo dela? Ser uma cantora pop que chegou à cena global com esse diferencial – o plus do funk. Jennifer Lopez se arriscou a explorar o gênero na música “El Anillo”, mas neste quesito Anitta dá aula, cria dos bailes de favela. É genuíno e é isso que ela pretende levar para o festival Tomorrowland, na Bélgica, onde faz show no próximo sábado (27/7).

Vinda de uma turnê internacional pela América Latina, Europa e América do Norte, Pabllo Vittar também está com tudo. Primeira drag queen indicada ao Grammy Latino, ela é a queridinha de famosos como Diplo, Thalía, Iggy Azalea (“estou obcecada por ela”, disse a rapper) e Charli XCX. Com essa última, aliás, lançará um single nesta semana – “Flash Pose”, primeira amostra de seu próximo álbum, “111”. É a segunda vez que elas trabalham juntas. Já gravaram também “I Got It” para uma mixtape da inglesa, que é conhecida pela originalidade. Nesta canção nova, Pabllo atenderá a demanda internacional e cantará pela primeira vez em inglês. A exemplo de Anitta, ela também incluirá músicas em espanhol no disco novo. Nada mais natural: trata-se da drag queen mais seguida e mais ouvida do mundo. Hoje em dia, ela é referência para todas aquelas estrelas do “RuPaul’s Drag Race” que algum dia a inspiraram.

Lexa é outro nome que ganha cada vez mais força dentro e fora do país. Depois de fazer turnê pela Europa e ser convidada para cantar com o português Mickael Carreira, ela terá uma música no game “Just Dance”. A empresa Ubisoft, responsável pelas várias edições do jogo, anunciou que “Só Depois do Carnaval” (64 milhões de reproduções no Youtube) estará no repertório do “Just Dance” de 2020. A parceria ajuda a levar a voz da cantora para públicos inimagináveis – e em português.

Sucesso em Portugal e na Angola, Ludmilla também começa a ser requisitada. Ela, que já gravou com Jeremih e Maejor, foi convidada para um parceria internacional de peso. Será ouvida em “Malokera”, uma colaboração com Skrillex, TroyBoi e Ty Dolla $ign. Vale destacar que Skrillex é vencedor de oito Grammys e nome respeitadíssimo mundo afora. Associar-se a ele é ótimo para Ludmilla: o DJ já trabalhou com Justin Bieber, Jennifer Lopez e Bruno Mars. Mas associar-se à Ludmilla também é ótimo para ele. Skrillex não encontraria em cantoras de outros países o que a danada pode oferecer em termos de timbre e ritmo. A cantora recentemente também teve outro reconhecimento externo – esse particularmente especial para ela – quando Beyoncé a autorizou a lançar seu cover de “Halo” no audiovisual “Hello Mundo”. Não é exagero dizer que Beyoncé aprovou sua performance.

IZA não fica atrás. Indicada ao Grammy Latino com seu álbum de estreia e superelogiada por Cee Lo Green, a cantora agora é técnica do “The Voice” e a voz de Nala na dublagem brasileira de “O Rei Leão”. Sua voz já encantou nomes como Clean Bandit, Piso 21 e Major Lazer, que querem gravar com ela e dizem isso em entrevistas. “Ao longo desse ano algumas parcerias internacionais estão vindo”, adianta. Ela ainda não pensa em carreira no exterior, mas desde 2017 o site americano Buzzfeed a aponta como “a próxima popstar internacional”. Ovação ou previsão, fato é que artistas pop brasileiros estão sendo comentados e gerando interesse no mundo todo.



Fonte: Postado em: 24-07-2019


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O sertanejo ainda é o gênero musical dominante nas rádios, mas o pop nacional come pelas beiradas e ganha cada vez mais força. Explorando regionalismos e sonoridades essencialmente brasileiras, mesclados ao que há de melhor na música internacional, o pop made in Brasil chama atenção no exterior e ultrapassa barreiras. Como o K-Pop, o pop coreano que tem suas especificidades, o pop brasileiro também traz elementos próprios – com influências do funk, do forró, do tecnobrega, do axé e até do próprio sertanejo. Isso o torna ímpar. Produtores gringos estão realmente de olho ao que acontece por aqui, enxergando o Brasil como um celeiro rico de referências.

Quando se poderia imaginar que Madonna, a “rainha do pop”, gravaria uma música em português com uma cantora brasileira? “Faz Gostoso”, faixa do álbum “Madame X” com participação da Anitta, está aí para quem quiser ouvir, com mais de 11 milhões de streams no Spotify e seis milhões no Youtube. Um aval da rainha atrai ainda mais olhares para o país e os artistas nacionais.

Anitta e Pabllo Vittar são as bolas da vez, superrequisitadas para colaborações com grandes nomes da indústria mundial. Com 17 milhões de ouvintes mensais no Spotify, Anitta já lançou músicas com J Balvin, Swae Lee, Snoop Dogg, Prince Royce, Major Lazer, Luis Fonsi, Ozuna, Natti Natasha, Sofía Reyes e Rita Ora só neste ano. Na próxima sexta-feira, será ouvida em uma música inédita do DJ Snake, considerado um dos dez maiores do mundo, e nome por trás de sucessos globais como “Lean On”, “Let Me Love You” e “Taki Taki”. “Hoje em dia, lá fora, tudo é funk! Todos que me mandam mensagens, todos os rappers querem saber do funk. Eles me perguntam e querem contatos de funkeiros do Brasil, de produtores, de MCs e tal”, Anitta conta ao POPline. O maior trunfo dela? Ser uma cantora pop que chegou à cena global com esse diferencial – o plus do funk. Jennifer Lopez se arriscou a explorar o gênero na música “El Anillo”, mas neste quesito Anitta dá aula, cria dos bailes de favela. É genuíno e é isso que ela pretende levar para o festival Tomorrowland, na Bélgica, onde faz show no próximo sábado (27/7).

Vinda de uma turnê internacional pela América Latina, Europa e América do Norte, Pabllo Vittar também está com tudo. Primeira drag queen indicada ao Grammy Latino, ela é a queridinha de famosos como Diplo, Thalía, Iggy Azalea (“estou obcecada por ela”, disse a rapper) e Charli XCX. Com essa última, aliás, lançará um single nesta semana – “Flash Pose”, primeira amostra de seu próximo álbum, “111”. É a segunda vez que elas trabalham juntas. Já gravaram também “I Got It” para uma mixtape da inglesa, que é conhecida pela originalidade. Nesta canção nova, Pabllo atenderá a demanda internacional e cantará pela primeira vez em inglês. A exemplo de Anitta, ela também incluirá músicas em espanhol no disco novo. Nada mais natural: trata-se da drag queen mais seguida e mais ouvida do mundo. Hoje em dia, ela é referência para todas aquelas estrelas do “RuPaul’s Drag Race” que algum dia a inspiraram.

Lexa é outro nome que ganha cada vez mais força dentro e fora do país. Depois de fazer turnê pela Europa e ser convidada para cantar com o português Mickael Carreira, ela terá uma música no game “Just Dance”. A empresa Ubisoft, responsável pelas várias edições do jogo, anunciou que “Só Depois do Carnaval” (64 milhões de reproduções no Youtube) estará no repertório do “Just Dance” de 2020. A parceria ajuda a levar a voz da cantora para públicos inimagináveis – e em português.

Sucesso em Portugal e na Angola, Ludmilla também começa a ser requisitada. Ela, que já gravou com Jeremih e Maejor, foi convidada para um parceria internacional de peso. Será ouvida em “Malokera”, uma colaboração com Skrillex, TroyBoi e Ty Dolla $ign. Vale destacar que Skrillex é vencedor de oito Grammys e nome respeitadíssimo mundo afora. Associar-se a ele é ótimo para Ludmilla: o DJ já trabalhou com Justin Bieber, Jennifer Lopez e Bruno Mars. Mas associar-se à Ludmilla também é ótimo para ele. Skrillex não encontraria em cantoras de outros países o que a danada pode oferecer em termos de timbre e ritmo. A cantora recentemente também teve outro reconhecimento externo – esse particularmente especial para ela – quando Beyoncé a autorizou a lançar seu cover de “Halo” no audiovisual “Hello Mundo”. Não é exagero dizer que Beyoncé aprovou sua performance.

IZA não fica atrás. Indicada ao Grammy Latino com seu álbum de estreia e superelogiada por Cee Lo Green, a cantora agora é técnica do “The Voice” e a voz de Nala na dublagem brasileira de “O Rei Leão”. Sua voz já encantou nomes como Clean Bandit, Piso 21 e Major Lazer, que querem gravar com ela e dizem isso em entrevistas. “Ao longo desse ano algumas parcerias internacionais estão vindo”, adianta. Ela ainda não pensa em carreira no exterior, mas desde 2017 o site americano Buzzfeed a aponta como “a próxima popstar internacional”. Ovação ou previsão, fato é que artistas pop brasileiros estão sendo comentados e gerando interesse no mundo todo.



Fonte: Postado em: 24-07-2019
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