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A costureira Ione Marques Serrano, 68 anos, sofreu acidente em uma das lojas da rede de supermercados Comper ao escorregar em grãos de arroz, cru, espalhados pelo chão da loja.
De acordo com informações dos familiares, o supermercado não prestou atendimento médico e Ione foi levada para o Hospital Pênfigo pela filha. Devido a queda, ela fraturou o úmero – osso da parte superior que liga o cotovelo e ombro – e precisará fazer uma cirurgia orçada em R$ 22.900.
Ainda conforme informações, o gerente responsável pela loja foi informado do assunto no mesmo dia, mas não prestou esclarecimentos do acidente, e ainda garantiu a família que a rede acionaria o seguro, mas posteriormente, deixaram de responder às chamadas e chegaram até bloquear os familiares no whats.
A família registrou BO e entrou com uma ação judicial contra a empresa, que liberou nesta quinta-feira (13) uma liminar responsabilizando o supermercado a promover a cirurgia em 72 horas, sob pena de multa diária.
Em nota, o Comper esclareceu que a loja mantém contato com a família desde o ocorrido e que os fatos estão sendo apurados para tomar as devidas providências. A rede reforça seu compromisso com o bem estar de seus clientes e se coloca a disposição para qualquer outro esclarecimento.

A indignação dos familiares se espalha pelas redes sociais, em post feito no Facebook pela Ariane Serrano, filha de Ione, diz:
“Olha só q lindo: Comper recebe prêmio de direitos humanos com o título, pasmem “Políticas Públicas, Promoção, Defesa e Garantia dos Direitos Humanos da PESSOA IDOSA!!!” mas abandona minha mãe, já com 68 anos de idade, que caiu dentro das dependências dele, na unidade Brilhante; ela está com o úmero quebrado e necessitando de uma cirurgia de extrema urgência e a administração do grupo Comper não nos atende mais! Mas receber prêmio de direitos humanos, eles recebem!!!!!”.



Fonte: Postado em: 19-12-2018


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A costureira Ione Marques Serrano, 68 anos, sofreu acidente em uma das lojas da rede de supermercados Comper ao escorregar em grãos de arroz, cru, espalhados pelo chão da loja.
De acordo com informações dos familiares, o supermercado não prestou atendimento médico e Ione foi levada para o Hospital Pênfigo pela filha. Devido a queda, ela fraturou o úmero – osso da parte superior que liga o cotovelo e ombro – e precisará fazer uma cirurgia orçada em R$ 22.900.
Ainda conforme informações, o gerente responsável pela loja foi informado do assunto no mesmo dia, mas não prestou esclarecimentos do acidente, e ainda garantiu a família que a rede acionaria o seguro, mas posteriormente, deixaram de responder às chamadas e chegaram até bloquear os familiares no whats.
A família registrou BO e entrou com uma ação judicial contra a empresa, que liberou nesta quinta-feira (13) uma liminar responsabilizando o supermercado a promover a cirurgia em 72 horas, sob pena de multa diária.
Em nota, o Comper esclareceu que a loja mantém contato com a família desde o ocorrido e que os fatos estão sendo apurados para tomar as devidas providências. A rede reforça seu compromisso com o bem estar de seus clientes e se coloca a disposição para qualquer outro esclarecimento.

A indignação dos familiares se espalha pelas redes sociais, em post feito no Facebook pela Ariane Serrano, filha de Ione, diz:
“Olha só q lindo: Comper recebe prêmio de direitos humanos com o título, pasmem “Políticas Públicas, Promoção, Defesa e Garantia dos Direitos Humanos da PESSOA IDOSA!!!” mas abandona minha mãe, já com 68 anos de idade, que caiu dentro das dependências dele, na unidade Brilhante; ela está com o úmero quebrado e necessitando de uma cirurgia de extrema urgência e a administração do grupo Comper não nos atende mais! Mas receber prêmio de direitos humanos, eles recebem!!!!!”.



Fonte: Postado em: 19-12-2018
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