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Em nova entrevista à Variety – que definiu 2018 como o ano de Dua Lipa – a cantora de 23 anos discutiu temas importantes como feminismo, a misoginia nas músicas, como as mulheres têm que se esforçar muito mais que os homens para almejarem as mesmas coisas, e muito mais!

Em suas músicas IDGAF e Hotter Than Hell, Dua critica os tóxicos clichês românticos e comentou:

“Na indústria da música, é preciso muito trabalho para chegar onde você está. As mulheres têm que lutar muito mais por isso do que os homens. Eu sou definitivamente uma feminista – e qualquer um que não seja feminista é sexista”.

Dua Lipa também disse como crê que é importante usar as músicas para desabafar suas confissões, citando Taylor Swift como uma das artistas que faz o mesmo.

“A misoginia pode ser tão profunda. No segundo que um cara canta, ‘estou com o coração partido’, todo mundo fica ‘tadinho’. Por outro lado, uma garota diz algo que dá poder ou ‘eu nem me importo mais com essa pessoa’, e falam que ‘você é um vadia’. Espero que isso mude”.

Comentou também sobre as colaborações de seus sonhos: André 3000, Frank Ocean e Rosalía estão na sua lista.

“Eu adoro trabalhar com artistas que as pessoas não necessariamente esperam com que eu trabalhe”

Já sobre seu segundo álbum de estúdio, Dua revelou que será bem conceitual, mas sem contar muitos detalhes:

“Eu quero um pouco mais de profundidade, mas se eu te dissesse como, eu teria que te dizer o título do álbum. [Esse segredo terá que aguardar] pelo menos um pouquinho, até eu compartilhar ao mundo. Então irá pertence a todos”.



Fonte: Postado em: 30-11-2018


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Em nova entrevista à Variety – que definiu 2018 como o ano de Dua Lipa – a cantora de 23 anos discutiu temas importantes como feminismo, a misoginia nas músicas, como as mulheres têm que se esforçar muito mais que os homens para almejarem as mesmas coisas, e muito mais!

Em suas músicas IDGAF e Hotter Than Hell, Dua critica os tóxicos clichês românticos e comentou:

“Na indústria da música, é preciso muito trabalho para chegar onde você está. As mulheres têm que lutar muito mais por isso do que os homens. Eu sou definitivamente uma feminista – e qualquer um que não seja feminista é sexista”.

Dua Lipa também disse como crê que é importante usar as músicas para desabafar suas confissões, citando Taylor Swift como uma das artistas que faz o mesmo.

“A misoginia pode ser tão profunda. No segundo que um cara canta, ‘estou com o coração partido’, todo mundo fica ‘tadinho’. Por outro lado, uma garota diz algo que dá poder ou ‘eu nem me importo mais com essa pessoa’, e falam que ‘você é um vadia’. Espero que isso mude”.

Comentou também sobre as colaborações de seus sonhos: André 3000, Frank Ocean e Rosalía estão na sua lista.

“Eu adoro trabalhar com artistas que as pessoas não necessariamente esperam com que eu trabalhe”

Já sobre seu segundo álbum de estúdio, Dua revelou que será bem conceitual, mas sem contar muitos detalhes:

“Eu quero um pouco mais de profundidade, mas se eu te dissesse como, eu teria que te dizer o título do álbum. [Esse segredo terá que aguardar] pelo menos um pouquinho, até eu compartilhar ao mundo. Então irá pertence a todos”.



Fonte: Postado em: 30-11-2018
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