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Com expectativa de um milhão de foliões, o bloco “Fervo da Lud” não acabou bem, nesta terça (5/3) de Carnaval, no Rio de Janeiro. Por causa de uma confusão no público, com represália da polícia usando bombas de efeito moral e gás lacrimogênio, Ludmilla optou por encerrar o bloco mais de uma hora antes do previsto.

Segundo comunicado da assessoria de imprensa posicionando-se sobre acontecido: “a cantora Ludmilla e equipe lamentam profundamente o encerramento do bloco antes do tempo previsto. O desfile foi preparado com muito carinho e profissionalismo para os fãs, foliões e amigos, mas a prioridade sempre será o bem-estar do público, portanto, devido a lamentável confusão ocorrida pouco tempo antes de seu término, optamos por encerrar mais cedo o bloco a fim de zelarmos pela segurança de todos”.

No Instagram, a cantora se pronunciou com suas próprias palavras.

Foi o segundo ano do bloco, que já virou um gigante na cidade. Luísa Sonza, Lexa, Belo, Renan da Penha, Maisa, Mel Maia, Cris Vianna, Thayana OG, Lorena Improta, Matheus Mazzafera, Pedro Scooby e Gracyanne Barbosa estavam presentes. O tema escolhido para o “Fervo da Lud” neste ano foi Egito. Os convidados adotaram looks dourados e fantasias respeitando a estética egípcia. Para Ludmilla, o conceito significava um importante resgate da negritude histórica frente ao “embranquecimento” da narrativa.

– Eu gosto muito da história do Egito e sei que a história que a gente vê na televisão é bem distorcida. A maioria dos egípcios eram negros e isso não aparece na televisão. Quero que bastante gente saiba a partir de hoje. Gosto sempre de estar representando a minha raça, o meu povo, tanto é que no meu bloco no ano passado, minha mãe falou “nunca vi tanto negro reunido em um bloco só”, então a representatividade para mim é muito importante.

Em coletiva de imprensa realizada antes do bloco, Ludmilla disse que ter um trio-elétrico no Rio de Janeiro não é fácil. “Já recebi muitas portas fechadas. Ter um bloco é muito complicado, ainda mais na 1º de Março, que é onde só as grandes pessoas têm trio. Eu sou funkeira, vim de comunidade, e tenho uma mochila na bagagem que traz várias portas fechadas. Mas minha esperança, minha crença, minha força de vontade e meu talento nunca deixaram eu desistir”, disse. No ano que vem, o plano é levar o “Fervo da Lud” para as principais capitais do país. Salvador está incluso.



Fonte: Postado em: 06-03-2019


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Com expectativa de um milhão de foliões, o bloco “Fervo da Lud” não acabou bem, nesta terça (5/3) de Carnaval, no Rio de Janeiro. Por causa de uma confusão no público, com represália da polícia usando bombas de efeito moral e gás lacrimogênio, Ludmilla optou por encerrar o bloco mais de uma hora antes do previsto.

Segundo comunicado da assessoria de imprensa posicionando-se sobre acontecido: “a cantora Ludmilla e equipe lamentam profundamente o encerramento do bloco antes do tempo previsto. O desfile foi preparado com muito carinho e profissionalismo para os fãs, foliões e amigos, mas a prioridade sempre será o bem-estar do público, portanto, devido a lamentável confusão ocorrida pouco tempo antes de seu término, optamos por encerrar mais cedo o bloco a fim de zelarmos pela segurança de todos”.

No Instagram, a cantora se pronunciou com suas próprias palavras.

Foi o segundo ano do bloco, que já virou um gigante na cidade. Luísa Sonza, Lexa, Belo, Renan da Penha, Maisa, Mel Maia, Cris Vianna, Thayana OG, Lorena Improta, Matheus Mazzafera, Pedro Scooby e Gracyanne Barbosa estavam presentes. O tema escolhido para o “Fervo da Lud” neste ano foi Egito. Os convidados adotaram looks dourados e fantasias respeitando a estética egípcia. Para Ludmilla, o conceito significava um importante resgate da negritude histórica frente ao “embranquecimento” da narrativa.

– Eu gosto muito da história do Egito e sei que a história que a gente vê na televisão é bem distorcida. A maioria dos egípcios eram negros e isso não aparece na televisão. Quero que bastante gente saiba a partir de hoje. Gosto sempre de estar representando a minha raça, o meu povo, tanto é que no meu bloco no ano passado, minha mãe falou “nunca vi tanto negro reunido em um bloco só”, então a representatividade para mim é muito importante.

Em coletiva de imprensa realizada antes do bloco, Ludmilla disse que ter um trio-elétrico no Rio de Janeiro não é fácil. “Já recebi muitas portas fechadas. Ter um bloco é muito complicado, ainda mais na 1º de Março, que é onde só as grandes pessoas têm trio. Eu sou funkeira, vim de comunidade, e tenho uma mochila na bagagem que traz várias portas fechadas. Mas minha esperança, minha crença, minha força de vontade e meu talento nunca deixaram eu desistir”, disse. No ano que vem, o plano é levar o “Fervo da Lud” para as principais capitais do país. Salvador está incluso.



Fonte: Postado em: 06-03-2019
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