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Pra quem não sabe, hoje (25), se comemora em todo o mundo, o Dia Mundial do Orgulho Nerd.
Outrora utilizada para descrever um grupo reduzido e conhecido pela baixa capacidade de interação social, já há alguns anos a palavra “nerd” serve para designar pessoas com profundo interesse em cultura pop – consumidoras dedicadas de filmes, séries, literatura – quadrinhos que se transformou em um nicho especial da sociedade.
A data não é aleatória – no mesmo dia, em 1977, acontecia a primeira exibição de ‘Star Wars’ em circuito comercial nos Estados.
Centenas de espectadores dormiram na porta do Chinese Theater por dois dias, ansiosos para assistir as aventuras de uma nova saga espacial, que prometia ser épica. 
Na época da estreia do longa dirigido por George Lucas , o sucesso que a franquia atingiu não era esperado – tanto que, nos Estados Unidos, o primeiro filme de ” Star Wars ” foi exibido somente em 42 salas de exibição.
O lançamento dos filmes da saga geram confusões e controvérsias até o dias atuais. Seguindo a ordem de lançamento, pode-se dividir os seis filmes originais em duas franquias em sua ordem de lançamento: “Uma Nova Esperança” (1977), “O Império Contra-Ataca” (1980), “O Retorno de Jedi” (1983) – que são os episódios IV, V e VI; e depois, “A Ameaça Fantasma” (1999), “O Ataque dos Clones” (2002) e “A Vingança dos Sith” (2005), que são os episódios I, II e III.
Para quem não é um fã assíduo da série (e para quem é também), entender a lógica maluca de George Lucas é um verdadeiro problema. Principalmente quando falamos sobre as famigeradas alterações digitais que o diretor resolveu fazer na primeira trilogia após o lançamento da segunda.
E isso se complica mais ainda quando a Disney assume a frente da franquia, criando uma nova trilogia (cronológica, dessa vez) e mais alguns spin-offs, como “Rogue One”, que se passa entre os episódios III e IV – mas que só foi lançado após “O Despertar da Força”, primeiro episódio da terceira trilogia.
Apesar de todo o sucesso que a franquia “Star Wars” fez, George Lucas não está mais à frente da produção dos longas da saga desde o ano de 2012, quando o diretor vendeu sua produtora à Disney por cerca de US$ 4 bilhões. No universo Disney, a saga ganhará mais filmes até o ano de 2030, sendo o próximo, “Os Últimos Jedi”.
Além disso, a gigante do entretenimento tem planos para tornar a saga uma parte importante de sua rede de parques temáticos, com áreas totalmente dedicadas ao universo da franquia – como já acontece com “Harry Potter”.



Fonte: Postado em: 25-05-2017


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Pra quem não sabe, hoje (25), se comemora em todo o mundo, o Dia Mundial do Orgulho Nerd.
Outrora utilizada para descrever um grupo reduzido e conhecido pela baixa capacidade de interação social, já há alguns anos a palavra “nerd” serve para designar pessoas com profundo interesse em cultura pop – consumidoras dedicadas de filmes, séries, literatura – quadrinhos que se transformou em um nicho especial da sociedade.
A data não é aleatória – no mesmo dia, em 1977, acontecia a primeira exibição de ‘Star Wars’ em circuito comercial nos Estados.
Centenas de espectadores dormiram na porta do Chinese Theater por dois dias, ansiosos para assistir as aventuras de uma nova saga espacial, que prometia ser épica. 
Na época da estreia do longa dirigido por George Lucas , o sucesso que a franquia atingiu não era esperado – tanto que, nos Estados Unidos, o primeiro filme de ” Star Wars ” foi exibido somente em 42 salas de exibição.
O lançamento dos filmes da saga geram confusões e controvérsias até o dias atuais. Seguindo a ordem de lançamento, pode-se dividir os seis filmes originais em duas franquias em sua ordem de lançamento: “Uma Nova Esperança” (1977), “O Império Contra-Ataca” (1980), “O Retorno de Jedi” (1983) – que são os episódios IV, V e VI; e depois, “A Ameaça Fantasma” (1999), “O Ataque dos Clones” (2002) e “A Vingança dos Sith” (2005), que são os episódios I, II e III.
Para quem não é um fã assíduo da série (e para quem é também), entender a lógica maluca de George Lucas é um verdadeiro problema. Principalmente quando falamos sobre as famigeradas alterações digitais que o diretor resolveu fazer na primeira trilogia após o lançamento da segunda.
E isso se complica mais ainda quando a Disney assume a frente da franquia, criando uma nova trilogia (cronológica, dessa vez) e mais alguns spin-offs, como “Rogue One”, que se passa entre os episódios III e IV – mas que só foi lançado após “O Despertar da Força”, primeiro episódio da terceira trilogia.
Apesar de todo o sucesso que a franquia “Star Wars” fez, George Lucas não está mais à frente da produção dos longas da saga desde o ano de 2012, quando o diretor vendeu sua produtora à Disney por cerca de US$ 4 bilhões. No universo Disney, a saga ganhará mais filmes até o ano de 2030, sendo o próximo, “Os Últimos Jedi”.
Além disso, a gigante do entretenimento tem planos para tornar a saga uma parte importante de sua rede de parques temáticos, com áreas totalmente dedicadas ao universo da franquia – como já acontece com “Harry Potter”.



Fonte: Postado em: 25-05-2017
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