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A tecnologia das placas fotovoltaicas aliada com a sustentabilidade, vem permitindo a milhares de brasileiros gerarem sua própria energia, e assim, possibilitando diminuir em até 95% o valor das contas de energia elétrica.
No setor do agronegócio de Mato Grosso do Sul, os proprietários rurais vem investindo em tecnologias que auxiliam no melhor custo benefício, para que suas propriedades tenham boas práticas e vantagens na gestão dos seus negócios. Um sistema com placas fotovoltaicas é capaz de atender toda a demanda de energia de uma propriedade rural, seja iluminação, uso de aparelhos eletroeletrônicos, auxílio no bombeamento, funcionamento de motores e até na ordenha.
Segundo Rhuan Grubert, Diretor da R9 Solar, empresa que atua em MS fazendo instalação e manutenção de placas fotovoltaicas, além da economia na conta de energia elétrica, outro benefício é a transferência da energia gerada pelas placas, de um local para outro.
“As placas funcionam através da radiação solar. Elas captam a energia do sol através de cabos específicos que passam para o inversor, e esse equipamento vai transformar a energia contínua do sol em energia alternada. Essa energia vai para o quadro de distribuição, que vai jogar energia para onde for necessário. Por exemplo, o sistema pode ser instalado em uma fazenda e mandar energia para determinada casa na cidade. É claro que tem o critério de estar dentro do mesmo Estado, e o padrão de energia sendo no mesmo CPF ou CNPJ”, explicou.
Para José Hipólito Pereira, Empresário e Produtor Rural da Fazenda Paineira, localizada em Camapuã, a instalação de placas fotovoltaicas na sua propriedade foi uma novidade tecnológica que veio somar na sua gestão. “Aqui na minha fazenda eu tenho instaladas 8 placas, e eu estou satisfeito, pois é barato e não tem manutenção”, disse.

Dados em Mato Grosso do Sul
De acordo com estatísticas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o uso de placas fotovoltaicas teve um crescimento de 209,5% em Mato Grosso do Sul entre 2017 e 2018, saltando de 242 para 749 sistemas instalados em indústrias, propriedades rurais, residências, comércios e prédios públicos no Estado.
Recentemente, com a proposta de alteração nas regras de geração distribuída feita pela Aneel, o consumidor poderá passar a pagar uma taxa pelo uso da rede da distribuidora e também pelos encargos cobrados na conta de luz.
Segundo o Presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas (ABEE-MS), Celso Marlei dos Santos, vários órgãos do segmento estão tomando providências para evitar que essa alteração nas regras seja confirmada.
“Nós já estamos manifestando o nosso desagrado com essas medidas, porque ela nao é interessante para a categoria da engenharia como um todo. A engenharia fotovoltaica é muito importante no campo e nas industrias, e essas alterações inviabilizariam a energia sustentável e, com isso, gerando desemprego principalmente para categorias que vivem dessa expansão da energia fotovoltaica. Frustaria também os empresários que acreditaram e investiram nessa condição renovável”, explicou.

Acompanhe a reportagem completa no nosso canal do Youtube: 

Por Jéssica Martins e Denithielle Araújo



Fonte: Postado em: 31-10-2019


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A tecnologia das placas fotovoltaicas aliada com a sustentabilidade, vem permitindo a milhares de brasileiros gerarem sua própria energia, e assim, possibilitando diminuir em até 95% o valor das contas de energia elétrica.
No setor do agronegócio de Mato Grosso do Sul, os proprietários rurais vem investindo em tecnologias que auxiliam no melhor custo benefício, para que suas propriedades tenham boas práticas e vantagens na gestão dos seus negócios. Um sistema com placas fotovoltaicas é capaz de atender toda a demanda de energia de uma propriedade rural, seja iluminação, uso de aparelhos eletroeletrônicos, auxílio no bombeamento, funcionamento de motores e até na ordenha.
Segundo Rhuan Grubert, Diretor da R9 Solar, empresa que atua em MS fazendo instalação e manutenção de placas fotovoltaicas, além da economia na conta de energia elétrica, outro benefício é a transferência da energia gerada pelas placas, de um local para outro.
“As placas funcionam através da radiação solar. Elas captam a energia do sol através de cabos específicos que passam para o inversor, e esse equipamento vai transformar a energia contínua do sol em energia alternada. Essa energia vai para o quadro de distribuição, que vai jogar energia para onde for necessário. Por exemplo, o sistema pode ser instalado em uma fazenda e mandar energia para determinada casa na cidade. É claro que tem o critério de estar dentro do mesmo Estado, e o padrão de energia sendo no mesmo CPF ou CNPJ”, explicou.
Para José Hipólito Pereira, Empresário e Produtor Rural da Fazenda Paineira, localizada em Camapuã, a instalação de placas fotovoltaicas na sua propriedade foi uma novidade tecnológica que veio somar na sua gestão. “Aqui na minha fazenda eu tenho instaladas 8 placas, e eu estou satisfeito, pois é barato e não tem manutenção”, disse.

Dados em Mato Grosso do Sul
De acordo com estatísticas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o uso de placas fotovoltaicas teve um crescimento de 209,5% em Mato Grosso do Sul entre 2017 e 2018, saltando de 242 para 749 sistemas instalados em indústrias, propriedades rurais, residências, comércios e prédios públicos no Estado.
Recentemente, com a proposta de alteração nas regras de geração distribuída feita pela Aneel, o consumidor poderá passar a pagar uma taxa pelo uso da rede da distribuidora e também pelos encargos cobrados na conta de luz.
Segundo o Presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas (ABEE-MS), Celso Marlei dos Santos, vários órgãos do segmento estão tomando providências para evitar que essa alteração nas regras seja confirmada.
“Nós já estamos manifestando o nosso desagrado com essas medidas, porque ela nao é interessante para a categoria da engenharia como um todo. A engenharia fotovoltaica é muito importante no campo e nas industrias, e essas alterações inviabilizariam a energia sustentável e, com isso, gerando desemprego principalmente para categorias que vivem dessa expansão da energia fotovoltaica. Frustaria também os empresários que acreditaram e investiram nessa condição renovável”, explicou.

Acompanhe a reportagem completa no nosso canal do Youtube: 

Por Jéssica Martins e Denithielle Araújo



Fonte: Postado em: 31-10-2019
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