Troca de pins vira tendência entre participantes da COP15 em Campo Grande

- 26 março





A troca de pins, tradicional em eventos internacionais, ganhou destaque durante a COP15 realizada em Campo Grande. Os pequenos broches, usados como lembranças e símbolos de interação, passaram a circular entre participantes e já se tornaram uma espécie de “febre” nos bastidores da conferência.

Distribuídos em diferentes espaços do evento, os pins representam instituições, projetos e ações ligadas à preservação ambiental. O modelo oficial da conferência é restrito a delegados, mas outras versões podem ser encontradas em áreas como o Expo Bosque e a Casa do Homem Pantaneiro, onde ocorrem atividades paralelas abertas ao público.

A prática consiste na troca dos broches entre participantes, que passam a exibi-los nos cordões de crachá, conhecidos como tirantes. Para muitos, a meta é preencher completamente o espaço com diferentes pins, como forma de simbolizar conexões feitas ao longo do evento. É o caso de participantes que já iniciaram coleções e estabelecem objetivos pessoais até o encerramento da conferência.

Além de funcionarem como lembranças, os pins também representam interação cultural e networking entre delegações de diferentes países. A prática já é comum em conferências internacionais e ganhou força em edições recentes, tornando-se um fenômeno social em encontros globais.

A COP15 acontece entre os dias 23 e 29/03/2026 e reúne representantes de mais de 130 países, além de pesquisadores, cientistas e membros da sociedade civil. O evento, organizado pela Convenção sobre Espécies Migratórias, ligada à Organização das Nações Unidas, conta com programação técnica e atividades abertas ao público em diversos pontos da capital sul-mato-grossense.

Gustavo Monge